A tecnologia de reconhecimento facial funciona por meio de análise e comparação de imagens. Apesar das variações de pessoa para pessoa, possui uma composição básica que não se altera, lida pelos aplicativos como pontos em comum, que variam de acordo com a complexidade do sistema..
Na prática, é
como uma análise de impressão digital, mas com variáveis diferentes e mais
complexas do ponto de vista da computação. Ao contrário do ser humano, que não
tem dificuldade para identificar que fotografias de duas expressões faciais
diferentes são do mesmo indivíduo, o computador precisa ser programado para capturar
estas nuances. Em geral, quanto mais imagens de uma mesma pessoa o computador
lê, mais fácil será essa identificação.
No Brasil o Estádio Beira Rio, em Porto
Alegre, adotou o sistema, assim como nove penitenciárias gaúchas e a Prodata em
São Paulo, que usa na identificação e controle de pessoas que se utilizam de
benefícios governamentais, isso já aplicado desde o ano passado. A ideia é
levar o produto para todo o país, inclusive para os estádios de futebol onde há
sempre os problemas com torcidas organizadas. O banco de dados fica no estádio
e com esse software há como barrar os torcedores problemáticos
No Beira Rio, o torcedor ao chegar na
catraca já há uma câmera que faz o reconhecimento via software FACE FIRST e a
segurança do estádio recebe a imagem do sujeito imediatamente, inclusive por
smartphone ou outro dispositivo móvel ou fixo.
Por Katia Silene
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| Acima podemos ver os pontos de reconhecimento do software |
Por Katia Silene

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